terça-feira, 6 de setembro de 2016

CURIOSIDADE: FARINHA DE PIRACUÍ NÃO PODE SER TRANSPORTADA EM AVIÃO

‘PIRACUÍ’ ESTÁ PROIBIDO EM TODO BRASIL DE SER TRANSPORTADO EM AVIÃO.
 
A ANAC (Agência Nacional de Avião Civil) informou ao Aeroporto de Santarém que a farinha de peixe, conhecida na região por ‘piracui’, está com seu transporte proibido através de aviões.

A agência se baseou em um ‘Manual de Artigos Perigosos’ da IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos), onde a farinha de peixe é classificada como artigo proibido para transporte aéreo. A associação considera a farinha de peixe como produto de fácil ignição, podendo propagar fogo.

O piracuí teria propriedades inflamáveis e representaria portanto, um considerável risco durante os voos. Incrível como até hoje nenhuma casa pegou fogo por colocarem o piracuí no fogão e fazerem aquela farofa de piracuí.

Antes o transporte de ‘paracui’ era proibido somente pela empresa aérea AZUL, porém a partir de agora o transporte está proibido para todas as empresas aéreas, em todo o Brasil.

FARINHA DE PEIXE (PIRACUÍ).
Para quem não conhece: o piracuí é, de preferência, feito do acari, peixe cascudo de água doce. Em grande quantidade, o acari é assado antes. Depois, retira-se a sua carne, que é passada pelo tipiti para desidratar. Depois, pode ser exposto ao sol para ficar bem seco. Sal a gosto, é torrado quase da mesma forma como se prepara a farinha de mandioca. Conhece-se também como farinha de peixe, que pode ser ingerida da mesma forma como exposta nas feiras, mas sobretudo serve para uma infinidade de petiscos, de bolinhos, tortas, empadas, vatapá, e muito mais.

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