terça-feira, 9 de dezembro de 2014

AFINIDADE: GENÉTICA OU ESPIRITISMO?



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É incrível como, às vezes, encontramos pessoas que em pouco tempo viram amigos muito próximos. Como se sempre tivessem feito parte da nossa vida. A ciência pode ter encontrado uma explicação para essa sintonia: geneticamente, seus amigos são como primos distantes.

Pois é. Foi o que descobriram alguns pesquisadores americanos. Eles estudaram 1,5 milhão de marcadores de variabilidade genética. E, em seguida, compararam o genoma de quase 2 mil pessoas. Alguns dos voluntários eram velhos conhecidos, amigos bem próximos – e, em geral, eles tinham mais genes em comum com esses camaradas do que com outros participantes desconhecidos.

Não é tanto assim: compartilhamos cerca de 1% dos genes com nossos amigos. Mas é tão próximo quanto seu primo de quarto grau. Ou que seu tatataravô. “Esse valor pode parecer pouca coisa. Mas para a genética é um número significante. De alguma forma, entre tantas possibilidades, ainda selecionamos os amigos que se parecem com nossos parentes”, conta Nicholas Christakis, um dos autores da pesquisa.

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