quinta-feira, 3 de outubro de 2013

DECOREBA: DICAS PARA ESTUDAR PARA UMA PROVA

Como estudar para uma prova
Esqueça o que você aprendeu sobre aprender: variar ambientes, misturar conteúdos e prêmios são essenciais para fixar conteúdo. Sem abandonar a disciplina, siga estas dicas cientificamente comprovadas - e boa sorte.
por Yaled Navtra

MUDE DE AMBIENTE
Associamos o conteúdo com o ambiente de estudo. Pense: é mais fácil se lembrar do que você come em restaurantes diferentes do que no mesmo refeitório. Forçar associações 1ª Guerra-sala/ 2ª Guerra-cozinha) torna a informação mais encontrável quando você precisar dela.


MISTURE ASSUNTOS
Uma sequência de gramática, matemática e história exige mais do cérebro do que se concentrar em um assunto por vez. Esse esforço é bom: em vez de engatar no piloto automático e não muito concentrado, trocar de assunto faz com que ele retome a atenção a cada assunto novo.

DÊ UNS TEMPOS
Uma sessão na sexta, outra no fim de semana e outra na segunda são melhores do que um domingo inteiro de dedicação. Quando você retomar o mesmo assunto depois de um tempo, seu cérebro vai fazer uma revisão automática para então aprender coisas novas.

FORCE A MEMÓRIA
Tente se lembrar do conteúdo sem consulta. Recuperar uma ideia é diferente de tirar um livro da estante: lembrar altera a forma como a informação será arquivada, tornando-a mais acessível e relevante quando precisar dela novamente.

DE MAL A MELHOR
A ordem das matérias deve ser da mais difícil para a mais fácil, ou da menos familiar para a mais conhecida. O resultado é que a sessão de estudo vai se tornando menos chata conforme progride, prevenindo desistências.




LAZER INCLUÍDO
Estudar pensando em diversão é tão ruim quanto não estudar. Inclua no seu planejamento prêmios por dever cumprido: Se você seguir sua programação, pode se dar ao luxo de uma sessão de cinema ou um barzinho.




Ilustração: Sattu - Fontes: Why Don't Students Like School?, de Daniel T. Willingham; Prepare-se para Passar!, de Fred Orr, Paulo César Pereira e Roseli Maria Ferreira Lopes; Nate Kornell, psicólogo do Williams College (EUA); Robert A. Bjork, psicólogo da Universidade da Califórnia (EUA).

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